Qual a melhor amina para o paciente chocado?

Uso dos vasopressores e inotrópicos em pacientes com estado de choque:

O vasopressor de primeira linha é, atualmente, a Noradrenalina. Contudo, há algumas exceções, como no choque anafilático, em que a Adrenalina é a droga de escolha, e no choque vasoplégico pós circulação extra corpórea, em que a Vasopressina pode ser utilizada.

Particularidades dos demais tipos de choque:

No choque hipovolêmico, o vasopressor de escolha é a Noradrenalina e a prioridade é de infusão de cristalóides e/ou hemoderivados para o manejo do paciente.

Clique aqui para escutar o episódio “Terapia de reposição de fluidos: uma breve revisão”

O mesmo vale para o choque cardiogênico ou obstrutivo. Vale observar que, em cenários de hipotensão leve (pressão arterial sistólica entre 90 a 80 mmHg), e evidência de disfunção sistólica importante (ex.: congestão pulmonar), a Dobutamina poderá ser a primeira opção

Em se tratando do choque séptico, é interessante ressaltar que nos casos de hipotensão refratária, a despeito de noradrenalina, deve-se associar a Vasopressina. Se o paciente apresentar sinais de disfunção sistólica associada, avalia-se o uso da Dobutamina.

Para verificar as doses de medicações e suas diluições, clique aqui.

Não deixe de conferir o episódio sobre o tema em nosso Podcast “Corrida de Leito”.

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